"O que fazemos na vida ecoa na eternidade"

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sábado, 22 de outubro de 2011

Superação é tudo não desista de Lutar pelos seus sonhos

Hoje foi um dia marcado PELA PALAVRA #SUPERAÇÃO.
Pois bem, desde ontem que a galera do #teleton, esta empenhada nessa causa.
Vale lembrar, que temos os nossos amigos, vizinhos, parentes, que foram também fazer o Nenem, digo ENEM.RS

Pois bem, diante disso resolvi postar algo que viesse reforçar o desejo de JAMAIS DESISTIR EM MEIO AOS OBSTÁCULOS que nos cercam.
Não desistir é o foco galera, se não deu certo na primeira vez, insista, um dia você conseguirá.NEVER SAY NEVER.
Não desista dos seus sonhos se não encontrar em uma padaria procure em outra, veja só o que ocorreu com esse cara, abaixo:



‎"Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo .

Continua, quando todos esperam que desistas.
Teresa de Calcutá

‎"Um certo homem faliu nos negócios com 31 anos de idade.
Foi derrotado numa eleição para o legislativo, com 32 anos.
Faliu outra vez nos negócios aos 34 anos.
Superou a morte da noiva aos 35 anos.
Teve um colapso nervoso aos 36 anos.
Perdeu outra eleição com a idade de 38 anos.
Perdeu nas eleições do Congresso aos 43, 46 e 48 anos.
Perdeu uma disputa para o Senado com 55 anos.
Fracassou na tentativa de tornar-se presidente aos 56 anos.
Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos. Aos 60 anos, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos."

BY: CRIZ_COCA
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segunda-feira, 21 de março de 2011

Lewis x Literatura


As Crônicas de Nárnia são livros cristãos ou não?

13 - DEZ - 2010 POR ADMINISTRAÇÃO NARNIANOS COMENTÁRIOS DESLIGADOS POSTADO EM: CRISTIANISMO, NOTÍCIAS
Steve Rabey

Há uma discussão acirrada no meio cristão em relação à chamada “Mania de Nárnia”. A culpa é do aumento da expectativa toda vez que uma adaptação dos livros dessa série é lançada no cinema. Afinal, são filmes de grande apelo e que se utilizam da fama da popular série de ficção infanto-juvenil de autoria de C. S. Lewis: As Crônicas de Narnia.

Lewis era um britânico calvo e solteirão que lidava melhor com livros do que com meninos e meninas. Porém, isso não o impediu de escrever uma coleção de sete romances que foi a série infantil mais vendida do mundo até que um bruxinho chamado Harry Potter entrou em cena. (Estima-se que As Crônicas de Nárnia venderam cerca de 85 milhões de cópias, enquanto os livros de Harry Potter já venderam o dobro disso).

Os cristãos amam as histórias sobre Nárnia e os livros de teologia e apologética cristã escritos por Lewis, como o clássico Cristianismo Puro e Simples. A revista Christianity Today chamou Lewis de o “santo padroeiro” do movimento evangelical, movimento que nunca foi conhecido por atrair um grande número de intelectuais.

Enquanto milhões de cristãos celebram o legado de Lewis, muitos geralmente contradizem sua orientação sobre como devemos tratar a literatura e a arte.

A arte pela arte
Antes de ser escritor ou apologeta, Lewis era professor de literatura na Universidade de Oxford, onde ele e o católico J.R.R. Tolkien [da trilogia "O Senhor dos Anéis"] costumavam beber, fumar charutos e compartilhar suas histórias mais recentes. Posteriormente, Lewis lecionou também em Cambridge.

Para ele, a literatura era mais do que uma série de textos para criticar ou desconstruir as coisas. Pelo contrário, Lewis via a literatura e a mitologia como fontes profundas, que têm muito a nos ensinar sobre o que significa ser humano.

“O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” foi publicado em 1955. Seis anos mais tarde, a editora Cambridge University Press publicou An Experiment in Criticism [Um Ensaio sobre Crítica], livro de Lewis que, embora breve, mostrou de maneira fascinante como a literatura é lida, compreendida e experimentada por aqueles que a consomem.

Lewis acreditava que a leitura atenta de um romance de qualidade pode gerar “uma experiência tão importante que só poderia ser comparada com o que sentimos na religião, no amor ou no luto”.

Amante da literatura desde a infância até seus últimos dias, Lewis argumentava que ela poderia ser um poder transformador na vida das pessoas. “Toda a sua consciência muda”, escreveu ele. “Os leitores se tornam o que nunca foram antes”.

Nem todo mundo experimenta as glórias da literatura de maneira tão profunda, no entanto. Lewis disse que os que não entendem isso são os “puritanos literários”, que seriam “sérios demais como homens, não podendo ser seriamente receptivos como leitores”.

Existe outro grande grupo de pessoas que não consegue aceitar a literatura ou outras formas de arte pelo que elas são. Essas pessoas procuram usar a arte para seus próprios fins, em vez de deixar que a arte opere suas maravilhas nelas. Parece que alguns pastores e ministros de jovens são parte deste grupo.

“Usar” e “receber”
“Sentamos diante dela [uma obra de arte], para que ela faça algo em nós e não para que possamos fazer algo com ela”, escreveu Lewis. “A primeira exigência que qualquer obra de arte nos faz é a rendição. Olhe. Ouça. Receba. Tire o ‘eu’ do caminho.”

Lewis diz que as pessoas que veem a arte e a literatura dessa maneira já aprenderam a “receber”. “Quando ‘recebemos’, então exercitamos os nossos sentidos, nossa imaginação e vários outros poderes, segundo o padrão estabelecido pelo artista.”

Existe outro grupo maior de pessoas que, ou não sabe como admirar uma obra de arte, ou opta por não fazê-lo. Lewis diz que essas pessoas querem “usar” a arte. “Quando a “usamos”, estamos tratando-a como mero apoio para nossas próprias atividades.”

Há um tipo relativamente novo de “usuário” no meio dos líderes de jovens, como todo mundo que já esteve em um de seus congressos ou leu material dirigido a eles pôde perceber.

Esses “usuários” peneiram montanhas de filmes, CDs e outros produtos da cultura pop, buscando algo que possam usar quando estão ensinando aos jovens na igreja. Os livros e vídeos da série Youth Specialties é um dos exemplos mais populares de recursos que surgiram a partir desse esforço.

Algumas décadas atrás, os ministérios de pregação e ensino de muitas igrejas estavam totalmente distantes da maioria das coisas que estava acontecendo na cultura pop. Por isso, são positivos produtos como vídeos que ensinam como os jovens podem estar mais engajados com a cultura que os cerca. Mas Lewis criticava as pessoas bem-intencionadas – sejam pregadores ou políticos – que procuravam “usar” a arte para seus próprios objetivos. Não importa quão legítimos ou bons pudessem ser esses propósitos, Lewis sentia que a arte sempre sofria no processo.

“‘Usar’ é inferior a ‘receber’”, escreveu Lewis. “Se usada, em vez de recebida, a arte apenas facilita, ilumina, alivia ou atenua a nossa vida, não acrescentando nada a ela.”

O professor Lewis descreveu os que insistiam em “usar” a arte em vez de “recebê-la” desta maneira: “Seremos como um homem que faz uma fogueira, não para ferver a água ou aquecer a sala, mas com a esperança de ver nela as mesmas imagens que viu no dia anterior”.

Usando Nárnia
Hoje em dia, milhares de pastores e professores estão preparando sermões e lições baseadas nos filmes da série Nárnia. Grupos cristãos que foram convocados para ajudar os diretores de marketing estão encorajando igrejas e livrarias cristãs a explorar o poder de Nárnia, para assim alcançar os sem-igreja.

Usar os livros de Nárnia dessa maneira nunca foi o que Lewis tinha em mente quando os escreveu, disse seu enteado Douglas Gresham, em recente entrevista por e-mail. “Jack [apelido de Lewis] nunca quis que “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” fosse apresentado ou visto como um “livro cristão”, diz Gresham, que hoje lidera um ministério cristão na Irlanda.

“Jack dizia que não precisamos de mais pessoas escrevendo livros cristãos. O que precisamos é de mais cristãos escrevendo bons livros. Creio que ele estava absolutamente certo. Não precisamos de mais gente fazendo filmes cristãos. O que precisamos é de mais cristãos fazendo bons filmes”.

C. S. Lewis (na foto) acreditava que a arte e a literatura podem alcançar os cantos mais misteriosos da imaginação humana, mas de uma maneira que mesmo os melhores sermões e aulas jamais conseguiriam. Veja o que ele escreveu em Sometimes fairy tales say best what needs to be said [Às vezes, as histórias de fadas dizem melhor o que precisa ser dito,” artigo que apareceu no caderno sobre livros do The New York Times:

“Por que é tão difícil alguém sentir como lhe disseram que deveria sentir-se quando pensa em Deus ou nos sofrimentos de Cristo? Acredito que a principal razão foi que tentaram lhe dizer como deveria ser. A obrigação de sentir pode congelar o próprio sentimento. Mas suponha que, lançando todas estas coisas em um mundo imaginário, libertando-as do aspecto eclesiástico e das lições da Escola Dominical. Isso poderia fazer com que, pela primeira vez, fossem visto por ele com toda a sua potência. Não poderíamos, assim, driblar os dragões vigilantes da ortodoxia? Acredito que sim”.

Para muitas pessoas, seus desejos mais nobres de “usar” os novos filme de Nárnia são tão avassaladores que irão, com prazer, ignorar as preocupações de Lewis. Isso é compreensível, mas Lewis nos convida a abrir-nos para experimentar a arte como ela é, sem buscar um propósito além.

“Ao ler grandes obras de literatura, eu me tornei mil homens, mas continuei sendo eu mesmo”, escreve ele na conclusão de An Experiment in Criticism. “Vejo com inúmeros olhos, mas ainda sou eu quem vê. Aqui, assim como na adoração, no amor, na ação moral e no conhecimento, eu transcendo e nunca sou mais ‘eu mesmo’ do que quando faço isso”.

FONTE: Christianity via Livros e Pessoas | TRADUÇÃO: Jarbas Aragão
















Tags: Tags:Cristianismo, CS Lewis, livros
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Aulas de português : CRASE

Criz_Coca

Crase

Por Marina Cabral

Crase é a fusão de duas vogais idênticas. Utilizamos o acento grave (`) para indicar a contração da preposição com artigos ou pronomes. Ex: Cristina precisa ir [a] (preposição) + a (artigo definido feminino singular) aula.
O enunciado deve se apresentar:
“Cristina precisa ir à aula”. A preposição “a” é exigida pelo verbo “ir”, pois o verbo indica movimento em direção a algum lugar.

Regra geral:
Sempre haverá crase da preposição mais artigo se o termo regente exigir a preposição a e se o termo regido aceitar o artigo feminino a (as).

Use o seguinte meio para saber se uma palavra admite ou não o artigo:

- se o emprego da combinação da for possível antes da palavra, é sinal que ela aceita o artigo.
- se for possível empregar apenas a preposição de, é sinal de que não aceita.


A crase pode ser fusão:

- de preposição a + a vogal a inicial dos pronomes demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo.
Ex: Perguntei àquele menino se gostaria de ler um livro.

- da preposição a + o pronome demonstrativo a/as.
Ex: A professora à qual nos dirigimos é muito exigente.

- da preposição a + o artigo feminino a/as.
Ex: Fui à Bahia.

Regras para o uso do sinal de crase:

- locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas (preposição + artigo feminino):
Locuções adverbiais: às vezes, à noite, à tarde.
Locuções prepositivas: à frente de, à beira de, à exceção de.
Locuções conjuntivas: à medida que, à proporção que.

- nomes próprios femininos: é facultativo o emprego do artigo feminino antes de nomes próprios femininos, seu emprego é mais comum em situações formais. Se não houver artigo não haverá contexto para a crase das vogais.

- nas expressões adverbiais femininas sempre ocorre crase:
Cheguei à tarde (tempo).
Ficou à direita (lugar).

- na expressão à moda de, mesmo que a palavra moda não venha explícita, sempre ocorre crase:
Comi um filé à moda da casa.
Usam sapatos à (moda de) Luís XV.

- sempre ocorre crase na indicação do número de horas.
Cheguei às onze horas.

Veja links relacionados:

Mundo Educação - O uso correto da crase.

Brasil Escola - As principais regras do uso da crase.

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Lei de diretrizes e Bases da Educação - Aula 01: parte 01 de 05.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Conheça regras de acentuação do novo acordo ortográfico

Conheça regras de acentuação do novo acordo ortográfico

da Folha Online
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entra em vigor em 2009, vai alterar a acentuação de algumas palavras, extinguir o uso do trema e sistematizar a utilização do hífen, entre outras mudanças significativas. No Brasil, palavras como "heróico", "idéia" e "feiúra", por exemplo, deixarão de ser acentuadas.
O livro "Escrevendo Pela Nova Ortografia" , feito pelo Instituto Houaiss em parceria com a Publifolha, apresenta o acordo na íntegra, com observações e explicações sobre o que mudou. Saiba mais sobre todas as mudanças e veja mais informações sobre o livro.
Veja abaixo as novas regras de acentuação para oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, retiradas do livro.
*
Divulgação
Livro mostra como usar as regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa -
Livro mostra como usar as regras do novo acordo ortográfico
Da acentuação gráfica das palavras oxítonas
1º-) Acentuam-se com acento agudo:
As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, olá; até, olé, pontapé(s), avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s).
Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.
O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ró (letra do alfabeto grego) e rô. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro.
b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada -a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), á-la(s) (de ar-la(s) ou dá(s)-la(s)), fá-lo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-ás (de far-lo(s)-ás), habitá-la(s) iam (de habitar-la(s)- iam), trá-la(s)-á (de trar-la(s)-á);
c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal grafado em (exceto as formas da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo dos compostos de ter e vir: retêm, sustêm; advêm, provêm; etc.) ou -ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também;
d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, -éu ou -ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de corroer), herói(s), remói (de remoer), sóis.
2º-) Acentuam-se com acento circunflexo:
a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s);
b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos -lo(s) ou la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) (de deter-lo(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)).
3º-) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.
Da acentuação gráfica das palavras paroxítonas
1º-) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano.
2º-) Recebem, no entanto, acento agudo:
a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps, assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis) dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis) réptil (pl. répteis: var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lumens); açúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas pl. carateres ou caracteres), ímpar (pl. ímpares); Ajax, córtex (pl. córtex; var. córtice, pl. córtices), índex (pl. índex; var. índice, pl. índices), tórax (pl. tórax ou tóraxes; var. torace, pl. toraces); bíceps (pl. bíceps; var. bicípite, pl. bicípites), fórceps (pl. fórceps; var. fórcipe, pl. fórcipes).
Obs.: Muito poucas palavras deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua e, por conseguinte, também de acento gráfico (agudo ou circunflexo): sémen e sêmen, xénon e xênon; fémur e fêmur, vómer e vômer; Fénix e Fênix, ónix e ônix.
b) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um, -uns ou -us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos), órfão (pl. órfãos), órgão (pl. órgãos), sótão (pl. sótãos); hóquei, jóquei (pl. jóqueis), amáveis (pl. de amável), fáceis (pl. de fácil), fósseis (pl. de fóssil), amáreis (de amar), amáveis (id.), cantaríeis (de cantar), fizéreis (de fazer), fizésseis (id.); beribéri (pl. beribéris), bílis (sg. e pl.), iris (sg. e pl.), júri (pl. júris), oásis (sg. e pl.); álbum (pl. álbuns), fórum (pl. fóruns); húmus (sg. e pl.), vírus (sg. e pl.).
Obs.: Muito poucas paroxítonas deste tipo, com as vogais tónicas/ tônicas grafadas e e oem fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua, o qual é assinalado com acento agudo, se aberto, ou circunflexo, se fechado: pónei e pônei; gónis e gônis, pénis e pênis, ténis e tênis; bónus e bônus, ónus e ônus, tónus e tônus, Vénus e Vênus.
3º) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica/tônica das palavras paroxítonas, dado que existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação: assembleia, boleia, ideia, tal como aldeia, baleia, cadeia, cheia, meia; coreico, epopeico, onomatopeico, proteico; alcaloide, apoio (do verbo apoiar), tal como apoio (subst.), Azoia, boia, boina, comboio (subst.), tal como comboio, comboias etc. (do verbo comboiar), dezoito, estroina, heroico, introito, jiboia, moina, paranoico, zoina.
4º-) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.
5º-) Recebem acento circunflexo:
a) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia aeo e que terminam em -l, -n, -r ou -x, assim como as respectivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas: cônsul (pl. cônsules), pênsil (pl. pênseis), têxtil (pl. têxteis); cânon, var. cânone, (pl. cânones), plâncton (pl. plânctons); Almodôvar, aljôfar (pl. aljôfares), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger; bômbax (sg. e pl.), bômbix, var. bômbice, (pl. bômbices).
b) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -ão(s), -eis, -i(s) ou -us: benção(s), côvão(s), Estêvão, zángão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever), fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil); dândi(s), Mênfis; ânus.
c) As formas verbais têm e vêm, 3 a-s pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas (respectivamente / t ã j ã j /, / v ã j ã j / ou / t j /, / v j / ou ainda / t j j /, / v j j /; cf. as antigas grafias preteridas, têem, vêem), a fim de se distinguirem de tem e vem, 3a -s pessoas do singular do presente do indicativo ou 2 a-s pessoas do singular do imperativo; e também as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), desconvêm (cf. desconvém), detêm (cf. detém), entretêm (cf. entretém), intervêm (cf. inter- vém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém).
Obs.: Também neste caso são preteridas as antigas grafias detêem, intervêem, mantêem, provêem etc.
6º-) Assinalam-se com acento circunflexo:
a) Obrigatoriamente, pôde (3ª- pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode).
b) Facultativamente, dêmos (1ª- pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo: 3ª- pessoa do singular do presente do indicativo ou 2ª- pessoa do singular do imperativo do verbo formar).
7º-) Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.
8º-) Prescinde-se igualmente do acento circunflexo para assinalar a vogal tónica/tônica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas como enjoo, substantivo e flexão de enjoar, povoo, flexão de povoar, voo, substantivo e flexão de voar etc.
9º-) Prescinde-se, do acento agudo e do circunflexo para distinguir palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tónica/tônica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se distinguir pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição; pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); pelo (é), flexão de pelar, pelo(s) (ê), substantivo ou combinação de per e lo(s); polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc.
10º-) Prescinde-se igualmente de acento gráfico para distinguir paroxítonas homógrafas heterofónicas/heterofônicas do tipo de acerto (ê), substantivo e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cerca (ê), substantivo, advérbio e elemento da locução prepositiva cerca de, e cerca (é), flexão de cercar; coro (ô), substantivo, e coro (ó), flexão de corar; deste (ê), contracção da preposição de com o demonstrativo este, e deste (é), flexão de dar; fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio, interjeição e substantivo; piloto (ô), substantivo e piloto (ó), flexão de pilotar; etc.
Da acentuação das palavras proparoxítonas
1º-) Levam acento agudo:
a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta: árabe, cáustico, Cleópatra, esquálido, exército, hidráulico, líquido, míope, músico, plástico, prosélito, público, rústico, tétrico, último;
b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas aeo e ainda iu ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas ditongos crescentes (-ea, -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo etc.): álea, náusea; etéreo, níveo; enciclopédia, glória; barbárie, série; lírio, prélio; mágoa, nódoa; exígua, língua; exíguo, vácuo.
2º-) Levam acento circunflexo:
a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: anacreôntico, brêtema, cânfora, cômputo, devêramos (de dever), dinâmico, êmbolo, excêntrico, fôssemos (de ser e ir), Grândola, hermenêutica, lâmpada, lôstrego, lôbrego, nêspera, plêiade, sôfrego, sonâmbulo, trôpego;
b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam vogais fechadas na sílaba tónica/tônica, e terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes: amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, Mântua, serôdio.
3º-) Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras proparoxítonas, reais ou aparentes, cujas vogais tónicas/tônicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais grafadas m ou n, conforme o seu timbre é, respectivamente, aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: académico/acadêmico, anatómico/ anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, Antó- nio/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/ gênio, ténue/tênue.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os grandes pensadores da Educação


Os grandes pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes, mas suas raízes estão fincadas na Grécia Antiga


Nova-Escola

01/07/2008 17:04

Texto
Gabriel Grossi

Foto: Divulgação
Foto: O 'Homem Vitruviano', de Leonardo da Vinci, tornou-se o ícone da cultura renascentista

O 'Homem Vitruviano', de Leonardo da Vinci, tornou-se o ícone da cultura renascentista

Por trás do trabalho de cada professor, em qualquer sala de aula do mundo, estão séculos de reflexões sobre o ofício de educar. Mesmo os profissionais de ensino que não conhecem a obra de Aristóteles (384-322 a.C.), Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) ou Émile Durkheim(1858-1917) trabalham sob a influência desses pensadores, na forma como suas idéias foram incorporadas à prática pedagógica, à organização do sistema escolar, ao conteúdo dos livros didáticos e ao currículo docente.

Antes mesmo de existirem escolas, a educação já era assunto de pensadores. Um dos primeiros foi o grego Sócrates (469-399 a.C.), para quem os jovens deveriam ser ensinados a conhecer o mundo e a si mesmos. Para seu discípulo Platão (427-347 a.C.), o conhecimento só poderia ser alcançado num plano ideal e nem todos estariam preparados para esse esforço. Aristóteles, discípulo de Platão, inverteu as prioridades e defendeu o estudo das coisas reais como um meio de adquirir sabedoria e virtude. O sistema de ensino que ele preconizou era acessível a um número maior de pessoas.

Abaixo estão listadas as 49 personalidades que mudaram o jeito de pensar e fazer educação:

Alexander S. Neill
Anísio Teixeira
Anton Makarenko
Antonio Gramsci
Aristóteles
Auguste Comte
B. F. Skinner
Carl Rogers
Célestin Freinet
Comênio
Condorcet
Donald Winnicott
Edgar Morin
Édouard Claparède
Émile Durkheim
Emilia Ferreiro
Erasmo de Roterdã
Florestan Fernandes
Friedrich Froebel
Friedrich Nietzsche
Guy Brousseau
Hannah Arendt
Henri Wallon
Herbert Spencer
Howard Gardner
Jean Piaget
Jean-Jacques Rousseau
Johann Friedrich Herbart
Johann Heinrich Pestalozzi
John Dewey
John Locke
Karl Marx
Lawrence Stenhouse
Lev Vygotsky
Maria Montessori
Martin Buber
Martinho Lutero
Michel de Montaigne
Michel Foucault
Mikhail Bakhtin
Ovide Decroly
Paulo Freire
Pierre Bourdieu
Platão
Roger Chartier
Santo Agostinho
Sócrates
Tomás de Aquino
Tzvetan Todorov

Leia também: Na vanduarda da Educação

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Frases do Alexander S. Neill


PEDAGOGIA

Alexander S. Neill

O educador escocês defendia o fim da hierarquia e da rigidez como meio de formar indivíduos livres e criativos


Nova-Escola

01/07/2008 18:25

Texto
Paola Gentile

Foto: Wikimedia Commons


Foto: Neill é venerado pelos amantes da liberdade irrestrita e abominado pelos ultraconservadores

Neill é venerado pelos amantes da liberdade irrestrita e abominado pelos ultraconservadores

Frases de Alexander S. Neill:

“Criadores aprendem o que desejam aprender. Não sabemos quanta liberdade de criação é morta nas salas de aula”

“Gostaria antes de ver a escola produzir um varredor de ruas feliz do que um erudito neurótico”


Venerado pelos amantes da liberdade irrestrita, abominado pelos partidários de uma educação tradicional e respeitado pelos que reconhecem a importância de flexibilizar a hierarquia escolar. Assim o educador, escritor e jornalista Alexander Sutherland Neill – fundador da Summerhill School, na Inglaterra – viveu boa parte de seus 90 anos. Sua escola tornou-se ícone das pedagogias alternativas ao concretizar um sistema educativo em que o importante é a criança ter liberdade para escolher e decidir o que aprender e, com base nisso, desenvolver-se no próprio ritmo.


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Frases do RENÉ DESCARTES


O pensamento de Descartes é revolucionário para uma sociedade feudalista em que ele nasceu, onde a influência da Igreja ainda era muito forte e quando ainda não existia uma tradição de "produção de conhecimento". Aristóteles tinha deixado um legado intelectual que o clero se encarregava de disseminar.

Descartes viveu numa época marcada pelas guerras religiosas entre Protestantes e Católicos na Europa - a Guerra dos Trinta Anos. Viajou muito e viu que sociedades diferentes têm crenças diferentes, mesmo contraditórias. Aquilo que numa região é tido por verdadeiro, é considerado ridículo, disparatado e falso em outros lugares.

Descartes viu que os "costumes", a história de um povo, sua tradição "cultural" influenciam a forma como as pessoas pensam naquilo em que acreditam.



Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.

René Descartes

Divide as dificuldades que tenhas de examinar em tantas partes quantas for possível, para uma melhor solução.

René Descartes

A filosofia que cultivo não é nem tão bárbara nem tão inacessível que rejeite as paixões; pelo contrário é só nelas que reside a doçura e felicidade da vida.

René Descartes

Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos.

René Descartes

É propriamente não valer nada não ser útil a ninguém.

René Descartes

Viver sem filosofar é o que se chama ter os olhos fechados sem nunca os haver tentado abrir.

René Descartes
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Frases da CORA CORALINA.


Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida.

Cora Coralina

“Humildade

Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”

Cora Coralina

Todos estamos matriculados
na escola da vida,
onde o mestre é o tempo.

Cora Coralina

Poeta, não é somente o que escreve.
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.

Cora Coralina

Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.

Cora Coralina


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by: Tiago Iorc

E se tropeçar, do chão não vai passar. Quem sete vezes cai levanta oito 👊😘

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