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segunda-feira, 21 de março de 2011

Lewis x Literatura


As Crônicas de Nárnia são livros cristãos ou não?

13 - DEZ - 2010 POR ADMINISTRAÇÃO NARNIANOS COMENTÁRIOS DESLIGADOS POSTADO EM: CRISTIANISMO, NOTÍCIAS
Steve Rabey

Há uma discussão acirrada no meio cristão em relação à chamada “Mania de Nárnia”. A culpa é do aumento da expectativa toda vez que uma adaptação dos livros dessa série é lançada no cinema. Afinal, são filmes de grande apelo e que se utilizam da fama da popular série de ficção infanto-juvenil de autoria de C. S. Lewis: As Crônicas de Narnia.

Lewis era um britânico calvo e solteirão que lidava melhor com livros do que com meninos e meninas. Porém, isso não o impediu de escrever uma coleção de sete romances que foi a série infantil mais vendida do mundo até que um bruxinho chamado Harry Potter entrou em cena. (Estima-se que As Crônicas de Nárnia venderam cerca de 85 milhões de cópias, enquanto os livros de Harry Potter já venderam o dobro disso).

Os cristãos amam as histórias sobre Nárnia e os livros de teologia e apologética cristã escritos por Lewis, como o clássico Cristianismo Puro e Simples. A revista Christianity Today chamou Lewis de o “santo padroeiro” do movimento evangelical, movimento que nunca foi conhecido por atrair um grande número de intelectuais.

Enquanto milhões de cristãos celebram o legado de Lewis, muitos geralmente contradizem sua orientação sobre como devemos tratar a literatura e a arte.

A arte pela arte
Antes de ser escritor ou apologeta, Lewis era professor de literatura na Universidade de Oxford, onde ele e o católico J.R.R. Tolkien [da trilogia "O Senhor dos Anéis"] costumavam beber, fumar charutos e compartilhar suas histórias mais recentes. Posteriormente, Lewis lecionou também em Cambridge.

Para ele, a literatura era mais do que uma série de textos para criticar ou desconstruir as coisas. Pelo contrário, Lewis via a literatura e a mitologia como fontes profundas, que têm muito a nos ensinar sobre o que significa ser humano.

“O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” foi publicado em 1955. Seis anos mais tarde, a editora Cambridge University Press publicou An Experiment in Criticism [Um Ensaio sobre Crítica], livro de Lewis que, embora breve, mostrou de maneira fascinante como a literatura é lida, compreendida e experimentada por aqueles que a consomem.

Lewis acreditava que a leitura atenta de um romance de qualidade pode gerar “uma experiência tão importante que só poderia ser comparada com o que sentimos na religião, no amor ou no luto”.

Amante da literatura desde a infância até seus últimos dias, Lewis argumentava que ela poderia ser um poder transformador na vida das pessoas. “Toda a sua consciência muda”, escreveu ele. “Os leitores se tornam o que nunca foram antes”.

Nem todo mundo experimenta as glórias da literatura de maneira tão profunda, no entanto. Lewis disse que os que não entendem isso são os “puritanos literários”, que seriam “sérios demais como homens, não podendo ser seriamente receptivos como leitores”.

Existe outro grande grupo de pessoas que não consegue aceitar a literatura ou outras formas de arte pelo que elas são. Essas pessoas procuram usar a arte para seus próprios fins, em vez de deixar que a arte opere suas maravilhas nelas. Parece que alguns pastores e ministros de jovens são parte deste grupo.

“Usar” e “receber”
“Sentamos diante dela [uma obra de arte], para que ela faça algo em nós e não para que possamos fazer algo com ela”, escreveu Lewis. “A primeira exigência que qualquer obra de arte nos faz é a rendição. Olhe. Ouça. Receba. Tire o ‘eu’ do caminho.”

Lewis diz que as pessoas que veem a arte e a literatura dessa maneira já aprenderam a “receber”. “Quando ‘recebemos’, então exercitamos os nossos sentidos, nossa imaginação e vários outros poderes, segundo o padrão estabelecido pelo artista.”

Existe outro grupo maior de pessoas que, ou não sabe como admirar uma obra de arte, ou opta por não fazê-lo. Lewis diz que essas pessoas querem “usar” a arte. “Quando a “usamos”, estamos tratando-a como mero apoio para nossas próprias atividades.”

Há um tipo relativamente novo de “usuário” no meio dos líderes de jovens, como todo mundo que já esteve em um de seus congressos ou leu material dirigido a eles pôde perceber.

Esses “usuários” peneiram montanhas de filmes, CDs e outros produtos da cultura pop, buscando algo que possam usar quando estão ensinando aos jovens na igreja. Os livros e vídeos da série Youth Specialties é um dos exemplos mais populares de recursos que surgiram a partir desse esforço.

Algumas décadas atrás, os ministérios de pregação e ensino de muitas igrejas estavam totalmente distantes da maioria das coisas que estava acontecendo na cultura pop. Por isso, são positivos produtos como vídeos que ensinam como os jovens podem estar mais engajados com a cultura que os cerca. Mas Lewis criticava as pessoas bem-intencionadas – sejam pregadores ou políticos – que procuravam “usar” a arte para seus próprios objetivos. Não importa quão legítimos ou bons pudessem ser esses propósitos, Lewis sentia que a arte sempre sofria no processo.

“‘Usar’ é inferior a ‘receber’”, escreveu Lewis. “Se usada, em vez de recebida, a arte apenas facilita, ilumina, alivia ou atenua a nossa vida, não acrescentando nada a ela.”

O professor Lewis descreveu os que insistiam em “usar” a arte em vez de “recebê-la” desta maneira: “Seremos como um homem que faz uma fogueira, não para ferver a água ou aquecer a sala, mas com a esperança de ver nela as mesmas imagens que viu no dia anterior”.

Usando Nárnia
Hoje em dia, milhares de pastores e professores estão preparando sermões e lições baseadas nos filmes da série Nárnia. Grupos cristãos que foram convocados para ajudar os diretores de marketing estão encorajando igrejas e livrarias cristãs a explorar o poder de Nárnia, para assim alcançar os sem-igreja.

Usar os livros de Nárnia dessa maneira nunca foi o que Lewis tinha em mente quando os escreveu, disse seu enteado Douglas Gresham, em recente entrevista por e-mail. “Jack [apelido de Lewis] nunca quis que “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” fosse apresentado ou visto como um “livro cristão”, diz Gresham, que hoje lidera um ministério cristão na Irlanda.

“Jack dizia que não precisamos de mais pessoas escrevendo livros cristãos. O que precisamos é de mais cristãos escrevendo bons livros. Creio que ele estava absolutamente certo. Não precisamos de mais gente fazendo filmes cristãos. O que precisamos é de mais cristãos fazendo bons filmes”.

C. S. Lewis (na foto) acreditava que a arte e a literatura podem alcançar os cantos mais misteriosos da imaginação humana, mas de uma maneira que mesmo os melhores sermões e aulas jamais conseguiriam. Veja o que ele escreveu em Sometimes fairy tales say best what needs to be said [Às vezes, as histórias de fadas dizem melhor o que precisa ser dito,” artigo que apareceu no caderno sobre livros do The New York Times:

“Por que é tão difícil alguém sentir como lhe disseram que deveria sentir-se quando pensa em Deus ou nos sofrimentos de Cristo? Acredito que a principal razão foi que tentaram lhe dizer como deveria ser. A obrigação de sentir pode congelar o próprio sentimento. Mas suponha que, lançando todas estas coisas em um mundo imaginário, libertando-as do aspecto eclesiástico e das lições da Escola Dominical. Isso poderia fazer com que, pela primeira vez, fossem visto por ele com toda a sua potência. Não poderíamos, assim, driblar os dragões vigilantes da ortodoxia? Acredito que sim”.

Para muitas pessoas, seus desejos mais nobres de “usar” os novos filme de Nárnia são tão avassaladores que irão, com prazer, ignorar as preocupações de Lewis. Isso é compreensível, mas Lewis nos convida a abrir-nos para experimentar a arte como ela é, sem buscar um propósito além.

“Ao ler grandes obras de literatura, eu me tornei mil homens, mas continuei sendo eu mesmo”, escreve ele na conclusão de An Experiment in Criticism. “Vejo com inúmeros olhos, mas ainda sou eu quem vê. Aqui, assim como na adoração, no amor, na ação moral e no conhecimento, eu transcendo e nunca sou mais ‘eu mesmo’ do que quando faço isso”.

FONTE: Christianity via Livros e Pessoas | TRADUÇÃO: Jarbas Aragão
















Tags: Tags:Cristianismo, CS Lewis, livros
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sábado, 22 de janeiro de 2011

Frases de famosos sobre a bíblia




O que já foi dito a respeito da Bíblia:

Isaac Newton (Físico e Matemático)

“Considero as escrituras Sagradas a filosofia mais sublime. ”

“Todas as descobertas humanas parecem ter sido feitas, com o único propósito de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras.”

D. Pedro II (Imperador Brasileiro)

“ Eu amo a Bíblia. Eu a leio todos os dias, e quanto mais a leio mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas; mas eu a amo; amo a sua simplicidade, e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse: eu leio-a cotidianamente e gosto dela cada vez mais.”

George Washington (Presidente dos Estados Unidos)

“É impossível governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia.”

Abraham Lincoln (Presidente dos Estados Unidos)

“ Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem. Todo o bem da parte do Salvador do mundo, nos é transmitido mediante este livro.”

Napoleão Bonaparte (General Francês)

” O evangelho não é simplesmente um livro, mas uma força viva, um livro que sobrepuja a todos os outros. A alma jamais pode vaguear sem rumo se toma este livro por seu guia.”

“ A Bíblia não é um simples livro, senão uma criatura vivente dotada de uma força que vence a todos quantos se lhe opõem.”

Billy Graham (Pregador do evangelho)

“ A Bíblia é mais atual do que o jornal que irá circular amanhã.”

Goethe (Escritor e poeta alemão)

“ Se estivesse a ser posto em prisão e pudesse levar um livro, somente escolheria a Bíblia.”

Immanuel Kant (Filósofo alemão)

“ A existência da Bíblia, como livro para o povo, é o maior beneficio que a raça humana já experimentou. Todo o esforço para depreciá-la é um crime contra a humanidade.”

C. H. Spurgeon (Pregador britanico)

“A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da Igreja de Cristo.”

Bettex

“ A Bíblia é o livro que responde às perguntas de uma criança e resiste à sabedoria dos sábios.”

W. H. Seward (Governador de Nova York)

“ Toda esperança do progresso humano depende da influência sempre crescente da Bíblia.”

John Q. Adams (Diplomata americano)

“ Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda, uma vez por ano.”

Raymond L. Cox (Evangelista internacional)

“ A Bíblia irá lhe dar vida se a ler! Muitos que começaram a lê-la criticamente, renderam-se ao poder sagrado e substituíram o ceticismo pela fé.”

Robert Lee (General americano)

“ Em todas as minhas angústias e perplexidades a Bíblia nunca deixou de me fornecer luz e vigor.”

Lord Tennyson (Poeta inglês)

“ A leitura da Bíblia já de si é uma educação.”

Sônia M. Coelho (uma leitora da Bíblia)

“ Quem já concluiu a leitura da Bíblia, passou pela mais esplêndida universidade e conheceu o mais capacitado professor: Deus.”

Anônimo

“ A Bíblia é Deus falando ao homem; é Deus falando através do homem; é Deus falando como homem; é Deus falando em prol do homem; enfim, é sempre Deus falando.”
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Frases de George Orwell

Frases de George Orwell >
George Orwell
George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair (nascido em Bengala, na Índia Inglesa, em 25 de Junho de 1903, morreu em Londres, em 21 de Janeiro de 1950). Escritor.


"O homem é a única criatura que consome sem produzir."

"A maneira mais rápida de acabar com uma guerra é perdê-la."

"O progresso não é uma ilusão. Ele acontece, mas de forma lenta. E, invariavelmente, termina nos desapontando."

"Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado."

"Em tempos de embustes universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário."

"A linguagem política dissimula para fazer as mentiras soarem verdadeiras e para dar aparência consistente ao puro vento."

"O homem é tão bom quanto seu desenvolvimento tecnológico o permite ser."

"A guerra é a paz. A liberdade é a escravatura. A ignorância é a força."

"Aceitar uma civilização como ela é significa praticamente aceitar a sua deterioração."

"O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, ou de afundar nas profundezas do mar, materiais que de outra forma teriam de ser preservados."

"Se liberdade significa alguma coisa, é o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir."

"Uma situação trágica existe quando o homem é mais nobre do que as forças que o destroem."

"A piada obscena não agride seriamente a moral, mas é uma espécie de rebelião mental, desejo momentâneo de que as coisas sejam diferentes."

"Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros."

"Existem coisas em que só intelectuais são loucos de acreditar."

"O esporte é uma guerra sem armas."

Os sentimentos elevados vencem sempre no final; os líderes que oferecem sangue, trabalho, lágrimas e suor conseguem sempre mais dos seus seguidores do que aqueles que oferecem segurança e diversão. Quando se chega a vias de fato, os seres humanos são heróicos.
George Orwell

O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, ou de libertar na estratosfera, ou de afundar nas profundezas do mar, materiais que de outra forma teriam de ser usados para tornar as massas demasiado confortáveis e, portanto, com o passar do tempo, inteligentes.
George Orwell
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domingo, 2 de janeiro de 2011

FRASES DO PEQUENO PRINCIPE

Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.

Antoine de Saint-Exupéry

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Antoine de Saint-Exupéry

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.

Antoine de Saint-Exupéry

A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar...

Antoine de Saint-Exupéry

O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.

Antoine de Saint-Exupéry

Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.

Antoine de Saint-Exupéry

É o mesmo sol que derrete a cera e seca a argila.

Antoine de Saint-Exupéry

Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos.

Antoine de Saint-Exupéry

Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante

Antoine de Saint-Exupéry

Quando a gente está triste demais, gosta do pôr do sol...

Antoine de Saint-Exupéry
BEIJOS E QUEIJOS!









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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FRASES DA CLARICE LISPECTOR .

Clarice Lispector

Clarice Lispector (1920 - 1977), escritora brasileira de origem judia nascida na Ucrânia [Biografia]
Ola amores!
A seguir deixarei algumas frases dessa mulher que tanto admiro grande CRONISTA CLARICE LISPECTOR.

A palavra é o meu domínio sobre o mundo.

Clarice lispector

Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito.

Clarice Lispector

Divertir os outros, um dos modos mais emocionantes de existir.

Clarice Lispector

Senti que podia. Fora feita para libertar. Libertar era uma palavra imensa, cheia de mistérios e dores.

Clarice Lispector

Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.

Clarice Lispector

E se me achar esquisita,
respeite também.
até eu fui obrigada a me respeitar.

Clarice Lispector

Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.

Clarice Lispector

Eu não: quero é uma realidade inventada.

Clarice Lispector

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.

Clarice Lispector

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.
(Perto do Coração Selvagem)

Clarice Lispector

Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca.

Clarice Lispector

Passei a vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar.

Clarice Lispector

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Clarice Lispector

Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas.

Clarice Lispector

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.
(Perto do Coração Selvagem)

Clarice Lispector

Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.
(A Hora da Estrela)

Clarice Lispector

Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.

Clarice Lispector

Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever

Clarice Lispector

Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.

Clarice Lispector

Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.

Clarice Lispector

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Clarice Lispector

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.

Clarice Lispector

Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.

Clarice Lispector
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

SILENCIO ou IM OFF ! Senhor, livrame do MALamém!

"EU PREFIRO SER ESSA METAMORFOSE AMBULANTE DO QUE TER AQUELA VELHA OPINIÃO FORMADA SOBRE TUDO"!
Estive filosofando também sobre o tempo que passei em SILENCIO ou IM OFF !

Sobretudo eu diria que: Essa semana me marcou muito afinal depois de longas discussões com pessoas indesejadas... kkkkkkkk Feliz estou com o meu DEUS !
Bom,aprendi muito com isso. SATIRIZAR É UMA BOA JOGADA !
veiii, quantas coisas eu falo e falei depois me arrependi...
[net AS VEZES É boa porém AS VEZES é um saco porque tu fala as coisas e a outra pessoa não sabe com que cara vc falou e nem o que vc falou ao falar a tal coisa ,eu não vou negar que adoro uma briga de comunidade gosto mesmo ,mas tem horas que assim como vc fala o que pensa ouve o que nunca dantes pensou ouvir ] pense num MEIO DE FALSIDADE QUE HOoOOORROR!

eai o jeito é retrucar...kkkkk o BOM É que quando se é veterana nas guerras vc ja tem muita ou adquire mais experiência pra guerrear.
O Ruim é quando vc é atacada sem menos saber como a guerra começou.Porque ai vc não tem armas ,nem nada pra encarar a guerra, vc não tem como se defender
O JEITO É UTILIZAR AS ARMAS QUE SE TEM confesso que ja tentei fugir de brigas de "comunidades" mas não consigo quando eu me vejo ja tow la metida em outra encrenca.
EITA JEOVÁ MAIS EU JA ENTRO EM ENCRENCA!!!

LIVRA-ME DO MALAameM...RS passarei a orar assim agora ! MALA SEM ALÇA !
poxa, preciso ter mais paciência sinto que preciso !kkk enquanto isso é claro !

IILEEVRA-ME DEUS !!!rs
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Criz coca posta texto sobre: Fases de Shakespeare!


O Retrato de Chandos; pintura atribuída a John Taylor e com autenticidade desconhecida. National Portrait Gallery, London.

Nascimento Abril de 1564 (data exata não se sabe)
Stratford-upon-Avon, Warwickshire, Inglaterra
Falecimento 23 de Abril de 1616
Stratford-upon-Avon, Inglaterra
Ocupação Dramaturgo e poeta.
Gênero literário Tragédia, Drama, Comédia, Poesia, Romance, Aventura.
Magnum opus Romeu e Julieta
Idéias notáveis Ser ou não ser?
Principais trabalhos Romeu e Julieta, Hamlet, Sonho de uma Noite de Verão, etc.
Influências Acredita-se que grande parte dos dramaturgos gregos, Arthur Brooke, Sêneca, Ovídio e Mitologia.
Influenciados Foram muitos os influenciados. Os mais visíveis são Goethe, Beethoven, Machado de Assis, Freud, Akira Kurosawa e Ariano Suassuna.



>Shakespeare
,foi o mais famoso dramaturgo e poeta inglês de todos os tempos, compôs suas peças durante o reinado de Elizabeth I pela qual recebeu grande apoio e de James I, que a sucedeu. Casou-se com Anne Hathaway,. O casal teve uma filha, Susanna, e dois anos depois tiveram os gêmeos Hamnet e Judith. P, ,ele já fazia sucesso como ator e dramaturgo quando mudou-se pra Londres. Mas, eram suas poesias e não suas peças que eram eventualmente aclamadas pelo público ele não era um bom ator. O referido despertou muita inveja por ser muito bom em suas produções literárias ,inclusive há hipótese de que Shakespeare não seja realmente o autor das próprias obras , surgio uma quantidade espantosa de especuladores sobre essa teoria, contudo, não existem provas que validem isso Há especulações também sobre sua sexualidade, sobre suas convicções religiosas, e, pois há especulativas que na realidade ele pode nunca ter existido, isto é, talvez suas obras tenham sido compostas por outras pessoas .
Dizem que ele Produziu suas obras mais famosas entre 1590 e 1613. E que as primeiras peças foram principalmente comédias e histórias, gêneros do qual ele refinou com sofisticação. Em seguida, escreveu principalmente tragédias até 1608, incluindo Hamlet, Rei lear e Macbeth, considerados alguns dos melhores exemplos do idioma inglês. Em sua última fase, escreveu tragicomédias e colaborou com outros dramaturgos. Shakespeare era um respeitado poeta e dramaturgo em sua época, mas sua reputação só chegou ao nível em que está hoje a partir do século XIX. O Romantismo, em particular, aclamou a genialidade de Shakespeare. De 1601 a 1608, especula-se que ele esteve motivado para escrever Hamlet, Otelo e Macbeth.Shakespeare teria estado um tanto cansado e por esse motivo resolveu se desligar do Globe e voltar para Stratford, onde a família o esperava. O renomado escreveu peças menores, que jamais são atribuídas como suas após 1613. Suas últimas três obras foram colaborações, talvez com John Fletcher, que sucedeu-lhe com o cargo de dramaturgo no King's Men. Escreveu a sua última peça, A Tempestade terminada somente em 1613 e apartir daí teria surgido o então “enfado comum que a vastidão da obra causou nos humores da sociedade da época”..
É impossível estabelecer de fato as datas precisas das obras de Shakespeare, no entanto pode-se classificá-las em quatro grandes grupos, que representariam respectivamente os períodos de sua vida, da juventude à velhice: As obras do primeiro período são marcadas por sonhos juvenis e pelo espírito exuberante; O segundo período foi o das grandes crônicas e comédias românticas; Depressão e tristeza marcam terceiro período. O motivo de ou a desilusão que levou o dramaturgo a sentir-se deprimido durante essa fase da vida, não se sabe ao certo.Como dramaturgo, escreveu não só algumas das mais marcantes tragédias da cultura ocidental, mas também algumas comédias. Escreveu, além disso, 154 sonetos em várias regiões do planeta, pelo seu carácter intrinsecamente universal: as suas tragédias são facilmente transponíveis para qualquer outra cultura. Pensa-se que terá escrito a maior parte das suas obras de 1585 a 1610, ainda que as datas exatas não sejam conhecidas com precisão.E sabido que os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos.
N ão é tarefa fácil inserir Shakespeare numa escola literária. Alguns autores catalogam a sua literatura como pertencendo a um movimento ou período artístico denominado Renascimento inglês, enquanto outros preferem falar em período Early modern ou seja a tradução literal seria primeiro modernismo, expressão que, contudo, em português, tem outro significado. Em todo caso, Shakespeare é sempre considerado um dos fenômenos marcantes do Período isabelino.
Assim, o gênio William Shakespeare completa seu ciclo vida sem diminuir sobretudo seu poder poético e com um retorno quase divino ao seu apogeu na literatura universal.Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem muito sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos relacionados à condição humana, são constantes nas obras deste poeta e dramaturgo, apesar das especulações sobre a sua vida e obra, ele é sem duvida o maior de e tenho dito literário de todos os tempos.

by :Cris!!! trabalho solicitado pelo prof: HELENO CRUZ no 7º período de letras.
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Analise sobre Ophelia by: Criz Coca


Ophelia,era filha de Polônio, o principal conselheiro do rei.Ela era apaixonada por Hamlet e ambos fizera-lhe muitas declarações de amor e ele cercava-a de atenções até a morte do pai. A jovem, acreditava na sinceridade de Hamlet. Durante a sua crise de melancolia, o príncipe a esquece. Agora, fazendo-se de louco, passa a tratá-la com desprezo, gestos e palavras rudes. Entretanto, meigas lembranças dela muitas vezes o enterneciam Arrependido de algumas palavras mais rudes, escreve então uma carta apaixonada e extravagante, mas entremeada de frases afetuosas. A referida de acordo com os costumes antigos, mostrou a carta ao pai, e o velho a levou ao rei e à rainha. Estes, diante daquela prova evidente, não tiveram mais dúvidas de que era o amor o verdadeiro motivo da loucura de Hamlet.
Sem Dúvida essa personagem é uma das mais marcantes de todas as obras Sheakesperiana. Ela sérvio de inspiração para diversos pintores tais como: o pintado por John Everett Millais em 1852. No quadro fica explicito o seguinte Ophelia suicida-se depois do seu amado Hamlet ter matado o seu pai.Na margem de um regato, havia um salgueiro cujas folhas se refletiam nas águas claras, a jovem chega às margens do riacho com uma grinalda entrelaçada por margaridas e folhas. O interessante é que tudo o que a rodeia no rio tem um significado simbólico:O salgueiro representa amor sem esperança;as urtigas a dor;as margaridas perto da sua mão a inocência;as violetas no pescoço a fidelidade, a castidade e a morte precoce; a papoula a morte;as outras flores estão ligadas à tristeza;e o miosótis na margem para que não seja esquecida…Além de suas frases marcantes como essas : Sabemos o que somos, mas não sabemos o que viremos a ser.É a maior verdade que pode ser dita. nada do que foi será do jeito que ja foi um dia.
Uns acreditam que Ophelia era uma coitadinha no entanto será que era mesmo?. Todos são egoístas, pensam em tomar o trono o tempo todo, e a Gertrudes sempre foi adúltera. Polônio 'arrasta" sua filha nos braços de Hamlet porque quer o trono também? Fica-nos essa dúvida .Se Ofélia não era coitadinha nem interesseira.Então o que ela era? Era apenas uma moça que servia aos desígnios de um e de outro .E não ficou supostamente louca?O fato é que ela enlouqueceu ! Se não considerarmos sua loucura, temos de ver sua morte então como homicídio? Ou, ainda que a consideremos suicídio, teria ela então se matado por frustração ao ver seus planos de poder desfeitos? Não. Ela enlouqueceu, não é suposição.Hamlet a usou. Ele foi duro com ela. Aí é que ela cai. Ou talvez Ophélia nos dias de hoje seria chamada de alienada e covarde. Isso por que as convenções da época em que a peça foi escrita não permitiam uma atitude mais "agerrida" de uma mulher, por característica do autor que simplesmente anulava as mulheres, que são apenas um pano de fundo para os verdadeiros personagens: os homens!Logo, Ofélia acredito ser uma personagem nula.e fica-nos a duvida pairando no ar.
Vale ressaltar que Antigamente as pessoas "certamente" eram mais falsas. É linda a versão do Mel Gibson, por exemplo. em que ela é colocada como coitada. É incrível como esse renomado autor foi capaz de com apenas uma personagem mexer tanto com o nosso psicológico, o Shakespeare tinha o dom de fazer isso e por conseguinte, Ophelia foi tão citada e tão pintada, sem duvidas devido a essa forte influencia psicológica que o autor nos deixa em Hamlet .
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

literatura brasileira [ parnasianismo]

MAL SECRETO
(Raimundo Correia)

Se a cólera que espuma, a dor que mora
N'alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;

Se se pudesse o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!

Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!

Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!



Análise.
Percebe-se ao analisar o soneto MAL SECRETO , do Raimundo Correia produzido em 1898, uma poesia que reflete a época da arte pela arte,contem a estrutura de um soneto possui todos os versos decassílabos, o que ajuda no ritmo do soneto, notasse-se também que possui 4 estrofes, sendo as duas primeiras com 4 versos e as duas últimas com 3 versos , o mesmo tem rima no esquema alternado ABAB (os quartetos) e CCD ( os tercetos). Percebe-se então, que há características fortes de um poema da época Parnasiana, embora o autor tenha características de outro movimento anterior ,pela qual ele passou,que era fase romântica .
Sua obra diferencia um pouco dos demais parnasianos porque sua poesia é marcada por um forte pessimismo, chegando até a ser sombria. Ao analisar a obra de Raimundo Correia percebe-se que há nela uma evolução. Ele iniciou sua carreira como Romântico, depois adotou o Parnasianismo e, em alguns poemas aproximou-se da escola Simbolista, pois como é sabido os simbolistas tentaram retomar algumas características do romantismo e nesse soneto contem alguns traços dessas duas escolas .
É importante ressaltar que ele fez uso de recursos sonoros e visuais ,pois o ritmo é marcado pela sonoridade, especialmente nas palavras tônicas, e nas rimas a marca do tom consistente e forte como vemos no primeiro verso :que espuma e logo após que punge.
O poema trata de uma visão de que a alma transmite o que sente ,é sabido que muitos possuem a mascara que esconde esta realidade. A fuga como se olhar no olho não diria verdade alguma, pois os casais que o fazem, muitas vezes se enganam, afinal os olhos que choram, nem sempre é de tristeza, mas de muita alegria, é isso que o autor deixa-nos transparecer na estrofe a seguir :Se se pudesse o espírito que chora, Ver através da máscara da face, o texto é um Paradigma realmente.
Percebe-se neste soneto logo na primeira estrofe uma certa tristeza fazendo-nos refletir: Se a cólera que espuma, a dor que mora N'alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração,no rosto se estampasse.
É também uma poesia filosófica pois fala da alma humana, em toda sua extensão o autor dá a entender que toda nossa tristeza e angustia está escondida no nosso íntimo e que muitas vezes fica imperceptível, porque em nossa aparência física podemos mostrar uma alegria ( através do sorriso ou de atitudes) e as pessoas não perceberem todo mal que nos afligem.
Raimundo Correia, foi um consumado artesão do verso, dominando com perfeição as técnicas de montagem e construção do poema .E sobretudo esse poema estampa bem o predomínio da simulação, percepção aguda da transitoriedade da ilusão humana, profundo se das virtualidades vocabulares afinal ele era parnasiano os temas adotados giram em torno da perfeição formal como vemos em todo o poema mal secreto tanto na forma quanto no conteúdo .
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A Catedral [ análise ] SIMBOLISMO !

A Catedral
(Alphonsus Guimarães )

Entre brumas, ao longe, surge a aurora,
O hialino orvalho aos poucos se evapora,
Agoniza o arrebol.

A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece, na paz do céu risonho,
Toda branca de sol.

E o sino canta em lúgubres responsos:
Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!

O astro glorioso segue a eterna estrada.
Uma áurea seta lhe cintila em cada
Refulgente raio de luz.

A catedral ebúrnea do meu sonho,
Onde os meus olhos tão cansados ponho,
Recebe a benção de Jesus

E o sino clama em lúgubres responsos:
Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!

Por entre lírios lilases desce
A tarde esquiva: amargurada prece
Põe-se a lua a rezar.
O entardecer aumenta a agonia do poeta.

A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece na paz do céu tristonho,
Toda branca de luar.
E o sino chora em lúgubres responsos:
Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!

O céu é todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem açoitar o rosto meu.

E a catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.
E o sino geme em lúgubres responsos:
Pobre Alphonsus!Pobre Alphonsus!



ANÁLISE DO POEMA
A Catedral de Alphonsus Guimarães ,trata-se de um poema riquíssimo no que diz respeito as sugestões rítmicas e a seleção vocabular. O autor descreve bem a passagem de um dia completo: aurora, dia, anoitecer e noite fechada, o poeta descreve seus estados de alma, usando a musicalidade através das ações do sino que expressam seus sentimentos e sua ânsia de espiritualidade. Ele teve a preocupação de deixar o refrão, insistentemente marcado pelas ações do sino, traduzindo a angústia íntima do “poeta” à medida que o dia passa. É importante lembrar que estão presentes no texto, várias características simbolistas tais como: a musicalidade, o vago,o nebuloso, a espiritualidade simbolicamente representada pela catedral. Observa-se também que o ritmo da repetição característica do texto poética estão bem presentes haja vista que o seu efeito sonoros transcende as palavras e soa aos nossos ouvidos como um doce tocar da balada de um sino,que é percebido até mesmo numa leitura silenciosa,apesar da linguagem metafórica que esse faz presente , a marcação das silabas poéticas identifica a coincidência nos versos pares evidenciando-se nos versos 4,12,20,e 28 ;e sino canta em lúgubres responsos nos versos 7,23, e 31 , Pobre Alphonsus! Vemos também que o título do poema indica igreja e deixa-nos a expectativa de um ambiente completamente religioso e também mas na frente nos deparamos com palavras como céu ,canto,glorioso,benção,Jesus,clama,rezar e as duas que são repetidas 4 vezes catedral e sino.
A característica dos simbolistas foi seguida a risca nesse poema, vemos que há repetição de letras com predominância das consoantes “s” e “r” e quanto as vogais vemos que a letra “a” aparece muitas vezes e também a letra “e”.Pode-se dizer que a letra “s” corresponde a aliteração encontrada no texto levando em consideração que o título do poema nos sugere a ambientação de uma igreja ,que logo associamos a palavra SINO como vemos:”E o sino canta em lúgubres,responsos,”...E o sino clama...E o sino chora em...E o sino geme.O sino também pode ser considerado uma anáfora que é valorizada por ecoar ,é um poema composto por 3 versus e distribuídos em 4 partes feito em um ritmo singular O Alphonsus “catedral” representa o fruto do trabalho simbolista ,que reagia conta toda poesia anterior.É sabido que o simbolismo reage contra o cientificismo do parnasianismo e procura restaurar valores românticos varridos pelo realismo como o espiritualismo,o desejo de transcendência e interação com o universo o mistério,a religiosidade e a morte sem é claro cair na afetação sentimental romântica o sino, representaria o nosso coração ,pulando em nosso corpo o autor também deixa transparecer vestígios de situações vividas ,Guimaraens, tratou em seus versos de amor, morte e religiosidade. A morte de sua noiva Constança, em 1888, marcou profundamente sua vida e conseqüentemente sua obra contem um certo ar de tristeza .
A medida em que vamos lendo ,descobrimos que em Catedral ,nada está escrito por acaso,nas 3 primeiras estrofes os verbos estão no presente do indicativo e,apenas na última temos o verbo “morrer” pro pretérito perfeito denota-se ai todo o clima angustiante medonho,revelando o pavor que a maioria das pessoas tem da morte.O poema é encerado com o afeto de perplexidade revelada pela exclamação dirigida ao Pobre Alphonsus ! pobre Alphonsus ! é uma das características dele também se colocar como um pobre coitado.As palavras sonho e medonho :medonho,tem um sentido Constrangente em relação a palavra sonho que já teria uma idéia de momento maravilhoso. O autor cria ao rimar essas duas palavras uma situação marcada pela antítese. O poema simbolista é repleto de idéias que os nossos sentidos,1ª parte:Brumas ,canta, aurora,orvalho,evapora,arrebol,branca,sol .Na 2ª :astros ,áurea,clama,refulgente,raio de luz,benção,na 3ª:lírios lilases,tarde,chora,lua rezar luar, e na 4ª trevas,vento,relâmpago ,geme,açoitar o rosto meu. Observa-se que todas essas palavras ,fazem –nos sentir ,ouvir cheirar e ver toda a paisagem do cenário descrito pelo poeta,o nascer luminoso “infância” traz a sensação do perfume da natureza orvalhada e a sensação de luz o vigor da juventude e do aroma se acrescenta à da cor na terceira parte é de um crepúsculo e do som das badaladas de um sino que anuncia a morte de alguém.Esse é um poema que sugere-nos tristeza, refletindo bem a áurea dos simbolista .


TRABALHO DO PROF FILIPE 7° PERÍODO!!!
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domingo, 23 de novembro de 2008

Sinceridade....

Não te irrites por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio.

(Mário Quintana)


Não tenho magoas de ninguem essa é uma de minhas virtudes.
sempre retenho o que é bom.
So que a sinceridade também veio acompanhada dessa virtude.
As vezes pagamos preços por aquilo que falamos e se é o preço
que tenho que pagar por mais uma sinceridade que falei?

que venha !!!
pago esse preço com ORGULHO.



Criis !
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sábado, 15 de novembro de 2008

Religiosidade na Literatura Inglesa Medieval.by: criz coca

A literatura Inglesa Medieval foi-se desenvolvendo aos poucos, a medida em quem os ingleses entravam em contato com outras culturas ia-se aflorando essa literatura e então vestígios religiosos de sua época eram daí surgidos.Suas marcas sociais, religião,culturas e pensamentos,foram importantes para o processo de formação da história religiosa medieval demonstrada pela literatura Inglesa.Vale lembrar três povos que contribuíram para a formação dessa, os Romanos,os Celtas e os Germânicos.
A literatura foi dominada por cerca de 4 séculos pelos romanos que eventualmente ali depositaram a sua organização política cultural sobre tudo,religiosa ,a sua religiosidade,contribuiu para a Grambetanha o cristianismo ,dentre outros, fora o maior responsável pelo desenvolvimento da literatura e da constituição posterior da língua Inglesa.
A sociedade Celta havia uma característica principal que era a veneração pela natureza pois acreditavam que dali vinha o equilíbrio do mundo e sua religiosidade era voltada para o misticismo,sobrenatural elegendo a Deusa ,mãe natureza como o seu “Deus supremo” essa sociedade tinha muitos traços distintos da romana entre elas o entendimento essa figura feminina como ser de igual valor na sociedade.
A contribuição para a literatura Inglesa no que diz respeito a sua religiosidade baseava em quatro elementos da natureza(fogo,água,terra,ar)a figura feminina heróica a natureza como elemento espiritual o panteísmo é como integradora da sabedoria e do misticismo.
É sabido que durante muitos anos a literatura Inglesa transmitia os saberes e histórias populares entre os membros das famílias de maneira oral “literatura oral” mas a igreja sentia-se enfraquecida diante dos conhecimentos pagãos que eram transmitidos nessas histórias e se apropriando dessas mensagens registrando-as e adicionando personagens e ideologias cristãs,foi criado então um elo direto para a conversão do povo pagão em cristão e fortalecendo o sistema de governo e manutenção dos poderes da igreja católica em meio ao feudalismo. Tudo isso implica em dizer que o tecido textual de cada fase representativa da literatura inglesa ,estava recheado de cultura religiosa e pensamentos dos autores de cada época destacando-se os períodos da literatura anglo-saxônica e literatura medieval.
A literatura Anglo saxonica teve como principal obra Beowuf um poema épico repleto de acontecimentos sobrenaturais e misticismo (vestígios das estórias orais do povo) é importante dizer que do ponto de vista simbólico a forte presença do cristianismo mesmo é claro,que considerados pagãos, a literatura dos Anglo saxões foi registra pelos monges da Igreja católica e os seus registros foi adicionados termos e idéias do cristianismo.Nessa época fora desenvolvido o gênero lírico porque a intenção era de refleti a literatura o estado da alma do homem ,um momento melancólico e solitário que figurava no registro dom monges é nessa época que começa a ser percebida a estruturação do fazer literário Inglês .Durante a literatura medieval as produções literárias do período médio,foi,marcada de imagem e representações de idéias e intencionalidades cristãs.
Vale ressaltar que Chaucer vem contribuir também para o processo de consolidação da língua inglesa e no que diz respeito a religiosidade ,pois o mesmo veio a unir variados discursos das classes sociais numa mesma obra.
As estórias do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, escritas por Tomas Mallory mistura da nostalgia cavalesca com sentimentos trágicos,posteriormente essas estórias recebiam um tom da religiosidade cristã,levando em consideração temas ligados a cultura Céltica como heresias e bruxarias onde os velhos deuses eram interpretados como demônios.
A cultura medieval se caracterizou pela religiosidade e a igreja católica ,controlava as manifestações culturais e dava uma interpretação religiosa para fenômenos da natureza da sociedade e da economia,é importante dizer que a literatura dessa época era composta de escritores religiosos bem como de obras seculares.Todas,contribuíram para o desenvolvimento da história da religiosidade na literatura inglesa medieval .E assim então,contribuindo ate hoje,para o resgate e compreensão da historia real de um povo.


Trabalho solicitado pelo professor Heleno no 7° periodo de LETRAS no CESVASF .
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Um pouco sobre a vida e obra de Machado de Assis.by: criz coca



FICHAMENTO

MACHADO DE ASSIS.

A partir de 1855 quando publicava os seus primeiros versos na revista Marmota,até o aparecimento de seu último livro,o Memorial de Aires em 1908,representa Machado de Assis,no Brasil, o primeiro e mais acabado modelo de homem de letras autêntico.

A sua importância ,na vida intelectual brasileira,não encontra paralelo, pela qualidade e abundância ,da obra e pelo caráter inconfundível do escritor que atravessou incólume todos os movimentos e escolas,constituindo um mundo À parte,um estilo composto de técnicas precisas e eficazes e uma galeria de tipos absolutamente realizados e convincentes.

O que mais chama atenção em Machado não foi o oficio de escrever ,para esse espírito singular ,que chamou a si a tarefa de interpretar a vida por intermédio da expressão literária nem um mero passatempo ,nem satisfação episódica da necessidade de exprimir movimentos da sensibilidade,mas sim o exercício do cotidiano,tornado habitual,de aproveitar a experiência de todos os dias no trabalho.

Encontra-se em sua arte ,ao mesmo tempo aqui distante dos excessos sentimentais do romantismo e da frieza do naturalismo, o traço das grandes vocações artísticas : a capacidade de fazer objetos perfeitos,aptos a provocar no espectador aquela suspensão admirativa .

Ele foi exatamente fiel a essa concepção sobranceira do ofício de escrever e pôde por isso ,em sua vida ,realizar-se como um tipo humano superior e deixa a melhor obra literária produzida no Brasil .

Podemos dividir as obras de Machado de Assis em duas fases: Na primeira fase (fase romântica) os personagens de suas obras possuem características românticas ,o amor e os relacionamentos amorosos eram os principais tema de seus livros. Desta fase podemos destacar as seguintes obras:Iaiá Garcia ,publicada em 1878,e outra que inicia com as Memórias Póstumas de Brás Cubas em 1881 até o memorial de Aires em 1908. Na Segunda Fase ( fase realista ), Machado de Assis abre espaços para as questões psicológicas dos personagens. É a fase em que o autor retrata muito bem as características do literário. Ele faz uma análise profunda e realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades , nesta fase destaca-se as seguintes obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900) e Memorial de Aires (1908).

O referido também escreveu contos, tais como: Missa do Galo, O espelho e O Alienista. Escreveu diversos poemas, crônicas sobre o cotidiano, peças de teatro, críticas literárias e teatrais.
No primeiro período ,deve-se observar que a obra poética é fraca.destaca-se o seu primeiro livro o poema :Musa Consolatrix”,e os “ Versos a Corina”.Tudo muito correto muito castiço,numa bela língua cantante e clara ,mas sem infusão poética,o volume falenas também de 1870,não é melhor,tendo –se apenas a registrar ,como curiosidade.

Em 1872 é publicado o seu primeiro romance,Ressurreição esta na fase calma em que a vida corre sem incidentes,o romance,embora fraco é uma curiosidade tentativa de romance psicológico esse livro é feito sob a inovação de uns versos de Shakespeare.

A preparação machadiana,durante todos esses anos de esforços paciente e reflexão tranqüila,vai se frutificar de 1878 a 1879 período em que esteve doente coincidindo com a idade crítica dos quarenta anos, no romance Memória Póstumas de Brás Cubas,revela a influencia dos humoristas ingleses,mas para o qual ele reivindica,apesar dos modelos ,a indiscutível originalidade Machado descobriu enfim a sua vocação verdadeira ,cortar a essência do homem,em sua precariedade existencial.Nesta fase de amadurecimento,ele tornou-se MACHADO DE ASSIS.

A atmosfera do livro Brás Cubas ,apesar do sarcasmo e lúgubre e macabra ele mesmo o classifica como um livro enfadonho.

Depois de Brás Cubas ,decorreram 10 anos até que esse lento incubado publicasse o segundo grande romance.No intervalo aparecem os livros de contos e novelas:papeis avulsos (1882) onde se encontra uma de suas obras-primas, "O alienista"e histórias sem data(1884) são coletâneas de trabalhos publicados.

Quincas Borda,que apareceu em 1891, é muito mais rico de vida e substancia humana que o romance anterior o que apresenta melhor dramatização.Atitude sarcástica e falsa de Brás Cubas cede o lugar a uma severa dramaticidade que suporta a medida do trágico.

Segue na linhagem dos grandes romances o Dom Casmurro,publicado em 1990 correspondente a 2° fase na qual suas obras tinham caráter realista ,por ter um humor e pessimismo com relação a essência do homem e seu relacionamento com o mundo.Nunca nas letras brasileiras foi possível igualar as cenas idílias entre Bentinho e Capitu.O livro é feito de pequenas cenas,um romance psicológico,narrado em primeira pessoa por Bentinho,essa obra prima de Machado conta apenas ,com a perspectiva subjetiva de Bentinho o que implica em dizer que matem questões sem elucidação até o final.

Ano de 1904 pública Esaú e Jacó que seria seu penúltimo romance a 20 de outubro ,falece D.Carolina o que o deixa emocionalmente devastado.Mas ainda assim com um inseto que recomeça

O seu último romance,Memorial de Aires,fora publicado em 1908 ,o velho Aires é o autor desse memorial em que os seus comentários vão sendo registrados é melancólico,mas é um depoimento a favor da vida.

E falece Machado de Assis em 29 de setembro,aos 69 anos de idade.




Cristiane Oliveira.
17.09.2008 trabalho do Prof Filipe Literatura Brasileira.

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